Tradutores (Relação parcial)

*** - Desconhecido
Adriano Nobre (A.N.)
Almeida Sobrinho (A.S.)
Emilio Conde (E.C.)
Frida Vingren (F.V.)
Gunnar Vingren (G.V.)
Hedwig Elisabeth Nordlung (H.E.N.)
Henry Maxwell Wright (H.M.W.)
José Gomes da Rocha (J.G.R.)
J.R.
Justus Henry Nelson (J.H.N.)
Otto Nelson (O.T.)
Paulo Leivas Macalão (P.L.M.)
Samuel Nyström (S.N.)
Simon Lundgren (S.L.)

Um breve comentário

Quando um hino foi produzido por uma pessoa e, em seguida foi traduzido para um determinado idioma, significa que o texto "traduzido", reflete completamente o texto original. Este tipo de tradução é extremamente raro de ser encontrado. Principalmente quando se trata de música, porque isto envolve o exato emprego de palavras que sejam adequadas à rima e à métrica. Face à extrema dificuldade em se produzir um texto "traduzido" que atenda às inúmeras exigências musicais, normalmente recorre-se à "versão".

 

A versão é um recurso que se usa para adaptar um texto ou uma fala de um idioma estrangeiro, de tal forma que o "tradutor" seja simplesmente um canal de comunicação entre a fonte e o destino, ou seja, entre o emissor e o receptor, porém, esta versão, pode sofrer mudanças no meio do caminho de tal forma que o texto produzido não corresponde, necessariamente, ao texto original, na íntegra. Procura-se passar a idéia principal do texto original, simplesmente isto. Daí, a razão, deste artifício permitir as adaptações necessárias à música, como a rima e a métrica, por exemplo.

 

As explicações acima são simplesmente uma dica para que se possa entender um pouco sobre este assunto que é vastíssimo e não cabe, neste pequeno espaço, explorar, muito menos esgotar o assunto.

 

Por outro lado, não podemos deixar de valorizar e reconhecer, o trabalho de quem faz uma "versão".  Não é uma tarefa fácil! Fazer qualquer tradução, sem compromisso, sem preocupação, não é aceitável nem para o ser humano, quanto mais para Deus. É necessário ter dom! E isto não vem de nós, vem de Deus.

 

À Ele seja da toda Honra, toda Glória e todo o Louvor. Por Ele, para Ele e por Ele é a razão de tudo que existe. 

 

Talvez este seja um dos motivos da permanência, por tanto tempo, dos hinos divinamente inspirados, não só os da Harpa Cristã como muitos outros. Sejam antigos ou atuais.